Todas as faces da África pelas lentes de Steve Bloom

22.07.2019

 

Escritor e fotógrafo especializado em imagens naturais, o sul africano Steve Bloom nasceu em 1953 e usou uma câmera pela primeira vez enquanto documentava a vida na África do Sul durante os anos do apartheid. Mudou-se para a Inglaterra em 1977 e co-fundou uma empresa de efeitos especiais fotográficos em Londres. Com a utilização de técnicas digitais de ponta na época, construiu uma base de clientes em todo o mundo e trabalhou em diversas campanhas de prestígio, como nos cartazes oficiais dos Jogos Olímpicos de Barcelona, e 1992.

 

História e trabalhos

 

No início dos anos noventa, durante um safári, Bloom começou a fotografar animais e, em pouco tempo, trocou sua carreira estabelecida pela precária vida de um fotógrafo itinerante internacional. Sua preocupação com o meio ambiente é fortemente evidente em suas imagens de vida selvagem. O fotógrafo se esforça para capturar o espirito do animal e desfocar as linhas que separam as diferentes espécies.

 O fotógrafo 

 

Sua aventura na fotografia animal foi uma continuação das explorações de diferentes gêneros de fotografia, e despertou a atenção do público em geral. Seu objetivo era usar imagens para se comunicar com as massas e realizar exposições fotográficas fora das galerias. Tal feito foi concluído com sucesso com a publicação do Untamed, e a encenação de grandes exposições ao ar livre, chamadas Spirit of the Wild, que foi vista por milhões de pessoas em onze cidades europeias. Em Copenhague, mais de 1,4 milhões de visitantes foram contabilizados oficialmente durante toda a temporada.

 

Galeria de vida selvagem

 

 

Seu retorno a fotografar pessoas resultou no livro Living Africa, publicado em nove idiomas. Mais recentemente publicou Trading Places – The Merchantes of Nairobi, livro que apresenta uma comunidade envolvente e sua arte de rua. As impressões arquivísticas de grande escala da série revelam uma profundidade de cor incomum, dando-lhes uma aparência e sensação únicas.

 

Prêmios

 

Steve Bloom ganhou prêmios internacionais por seu trabalho, incluindo o Prêmio Poder da Fotografia, O Olho Dourado da Rússia e o Prêmio Lucie. Numerosos editores de revistas como Life, Time, Terre Sauvage, National Geographic, Geo, Airone e Geographic, assim como muitas publicações fotográficas, apresentaram suas fotos. Seus próprios livros foram publicados internacionalmente em mais de setenta edições. Ele teve uma série de exposições, tanto atuais quanto na fase de planejamento, incluindo grandes exposições ao ar livre nos centros das cidades. As exposições ao ar livre gratuitas, promovendo questões ambientais, são grandes eventos realizados em conjunto com autoridades da cidade e atraem milhões de visitantes.

 

Galeria de retratos humanos

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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