Humor e Ambientalismo: os trabalhos de Christian Aslund

13.08.2019

 

Christian Aslund é um fotógrafo sueco, de Estocolmo, com experiência em fotojornalismo,  tendo trabalhado em jornais, revistas e ONGS, documentando vários conflitos armados, questões ambientais e sociais.

 

Iniciou sua carreira profissional em 1998, trabalhando em um jornal, tornando-se freelancer em 2001. Suas fotos trazem um tom bem humorado, em um esforço para transmitir um sentimento de esperança, mesmo que em um assunto sério.

 Expedição ao Polo Norte

 

Em 2013, participou de uma expedição para esquiar até o Polo Norte, documentando uma manifestação que visa salvar o Ártico e declarar o Alto-Ártico e o Oceano Ártico um santuário Global, fora dos limites da indústria petrolífera e da pesca insustentável de alto impacto.

 Foto de Fukushima, 5 anos após o acidente nuclear.

 

Christian Aslund também é autor de uma série de fotografias bem humoradas que se valem de ângulos de câmera muito altos para criar uma ilusão 2D em suas imagens, levando seus modelos fotográficos para mundos semelhantes a videogames.

 

 

Hong Kong

Série de fotos tiradas dos telhados de Hong Kong inspiradas no universo 2D dos videogames.

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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