12 livros indicados por Ernest Hemingway

23.07.2020

 

Nascido em 21 de julho de 1899, Ernest Hemingway foi um escritor norte americano e um dos maiores nomes da literatura mundial. Correspondente de guerra em madri, durante a Guerra Civil Espanhola, sua experiência como jornalista e combatente o inspirou na maioria de suas obras, seja nas questões ligadas à linguagem, seja nas questões ligadas a temática. Autor de obras canônicas como O Velho e o mar e Por quem os Sinos Dobram, vencendo um Prêmio Pulitzer e um Nobel de Literatura.

 

Ao longo de sua vida, Hemingway escreveu cartas e artigos que buscavam aconselhar jovens escritores a como praticar bons habitos de escrita e buscar, em obras anteriores, conhecimento e inspiração.

Abaixo, listamos 12 livros indicados por Hemingway como essenciais para quem pretende se tornar um escritor, ou ampliar seu conhecimento literário:

 

 

1 . Madame Bovary, de Gustave Flaubert

Obra prima de Gustave Flaubert,  foi um grande escândalo ao ser publicado no século XIX, fazendo com que o autor fosse acusado de ofender a moral e a religião. A história fala sobre uma mulher que se vê presa ao casamento e entediada com a rotina burguesa na qual vivia. Clique aqui para fazer o download.

 

2. Dublinenses, de James Joyce
Dublinenses é um livro de contos do escritor irlandês James Joyce, que aborda os habitantes e a vida na cidade de Dublin. Clique aqui para fazer o download.

 

3. O Vermelho e o Negro, de Stendhal
Do escritor francês Stendhal, trata sobre a vida do filho de um comerciante que sonha em ser herói. Narrativa de um desencontro histórico que se passa na época do governo de Napoleão.

 

4. Of Human Bondage, de Somerset Maugham
Of Human Bondage é uma espécie de autobiografia do autor. A obra fala sobre a história de um jovem manco, órfão que cresce influenciado por regras religiosas e acaba se prendendo a uma paixão que surge no futuro.

 

5. Anna Karenina, de Liev Tolstói
Anna Karenina é uma obra que trata sobre a difícil história de um amor proibido durante a Rússia czarista. Clique aqui para fazer o download.

 

6. Guerra e Paz, de Liev Tolstoi
Descrevendo a invasão da Rússia pelo exército francês, o romance, de mais de mil páginas, fala essencialmente sobre a aristocracia russa. Clique aqui para fazer o download.

 

7. Buddenbrooks, de Thomas Mann
Buddenbrooks é uma crônica que fala sobre o declínio de uma família mercantilista alemã no século XIX, retratando costumes da vida da época.

 

8. Hail and Farewell, de George Moore
Hail and Farewell é um livro de memórias do escritor irlandês George Moore sobre o tempo que ele passou em Dublin, na década que antecedeu a Primeira Guerra.

 

9. Os Irmãos Karamazov, de Fiódor Dostoiévski
Uma das mais importantes obras russas, Os Irmãos Karamazov retrata a história de uma conturbada família russa, questionando questões de livre-arbítrio e da existência humana. 

 

10. The Enormous Room, de E. E. Cummings
The Enormous Room é um romance autobiográfico do escritor americano E. E. Cummings, que fala sobre sua prisão temporária na França durante a Primeira Guerra Mundial.

 

11. O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte
A obra da importante escritora britânica Emily Bronte fala sobre um romance devastador entre amigos de infância em uma fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes. Clique aqui para fazer o download (em inglês).

 

12. The American, de Henry James
The American comédia e melodrama que acompanha a história de um comerciante americano.

 

Além dos livros, Ernest Hemingway também dá dicas práticas de como trabalhar, diariamente, sua escrita. Para lê-las, entre em nosso Instagram: @ocaoscultural

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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