Eu Não Sou Seu Negro - Documentário

Nesse documentário narrado por Samuel L. Jackson, vemos o relato de James Baldwin um romancista, ensaísta, dramaturgo, poeta e crítico social estadunidense que acompanhou de perto as diferentes abordagens e os acontecimentos com três expoentes da luta pelos direitos civis nos EUA e contra a segregação racial. São eles: Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King. 

 

Infelizmente não há final feliz, pois os três foram brutalmente assassinados e movimentos de supremacia branca continuam ecoando pelo mundo. Além disso, o documentário demonstra de forma factual como a segregação racial vai muito além do uso de bandeiras, hinos, símbolos  nazi-facistas, mas que o preconceito foi introjetado na sociedade por meio de parte da indústria cultural que buscou inferiorizar e relativizar a segregação social.  Exemplos não faltam: a escrava doméstica preta sempre sorridente disposta a ajudar e servir o dono branco, o escravo preto que realiza trabalhos pesados mas canta feliz com passáros, o filme de faroeste aonde o branco que elimina o preto ou índigena é idolatrado.

 

O documentário "Eu não sou seu Negro" está liberado para não-assinantes no #CanalBrasilPlay e também na #globosatplay, link abaixo:

 

https://globosatplay.globo.com/assistir/c/p/v/8087756/

 

 

 

 

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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