Deus e o Diabo na terra do Sol - Filme Completo

02.03.2020

 

"O sertanejo Manoel e sua mulher Rosa levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca. No entanto, Manoel tem um plano: usar o lucro obtido na partilha do gado com o coronel para comprar um pedaço de terra. Quando leva o gado para a cidade, alguns animais morrem no percurso. Chegado o momento da partilha, o coronel diz que não vai dar nada a Manoel, porque o gado que morreu era dele, ao passo que o que chegou vivo era seu. Manoel se enfurece, mata o coronel e foge para casa. Ele e sua esposa resolvem ir embora, deixando tudo para trás.Manoel decide juntar-se a um grupo religioso liderado por um santo (Sebastião) que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte. Os latifundiários decidem contratar Antônio das Mortes para perseguir e matar o grupo."

 

Considerado um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos pela ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), o clássico nacional “Deus e o Diabo na Terra do Sol” é um drama dirigido por Glauber Rocha e lançado em 1964. Marco do Cinema Novo, foi indicado no mesmo ano de seu lançamento à Palma de Ouro, principal prêmio do Festival de Cannes.

 

Deus e o Diabo na terra do Sol

 

Elenco

Geraldo Del Rey - Manoel

Yoná Magalhães - Rosa

Othon Bastos - Corisco

Maurício do Valle - Antônio das Mortes

Lídio Silva - Sebastião

Sônia dos Humildes - Dadá

Roque Santos - Cego Júlio

João Gama - Padre

Antônio Pinto - Coronel da Região

Milton Rosa - Coronel Moraes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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