"La Haine" e a era do ódio

 

Subúrbio de Paris, 1995.  Três jovens amigos se reúnem após um confronto entre policiais e manifestantes nas imediações de um conjunto habitacional. Outro amigo que estava no dia anterior na manifestação se encontra em  estado de coma pois foi muito espancado durante um depoimento para a polícia.  Na mesma manifestação, a arma de um policial foi perdida e encontrada por um deles. Esse é o cenário de início de "La Haine" em português "O Ódio", filme no qual   esses três personagens iniciam uma jornada de 24 horas pela sociedade parisiense aonde cada minuto demonstra um estudo social do ciclo de ódio e vingança que resulta em brutalidade e violência...

 

Ficha Técnica:

 

Título: La Haine (Original)

 

Diretor: Mathieu Kassovitz

 

Duração: 96 minutos

 

País de Origem: França

 

 

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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