Fauve: natureza, instintos e psicologia

17.10.2019

 

Dirigido por Jérémy Comte e lançado em 19 de janeiro de 2018, o curta Fauve  narra a história de dois meninos que mergulham em um jogo de poder aparentemente inocente, com a Mãe Natureza como a única observadora, até que este jogo de gatos selvagens sai de controle. Situado em uma mina abandonada em Montreal, este curta-metragem explora a perspectiva das crianças, a natureza, cultura, instintos e a psicologia humana em um drama poderosíssimo. 

 

 

FAUVE (2018)

Diretor e roteirista: Jeremy Comte

Atores: Félix Grenier, Alexandre Perreault, Louise Bombardier

País: Canada

Idioma: Francês e inglês

Local de gravação: Minas Thetford, Québec, Canada

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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