Tábua Santista: a história do surf no Brasil

24.09.2019

 

"Quando Thomas Rittscher construiu uma prancha havaiana no quintal da sua casa, em 1935, não imaginava que deslizar sobre as ondas seria um dos esportes mais praticados no Brasil e no mundo. "Tábua Santista" conta a história da primeira prancha de surfe do Brasil, por meio de uma réplica da prancha pioneira construída por três amigos santistas, 80 anos depois que os irmãos Rittscher surfaram pela primeira vez em Santos, marcando o início do surfe no País."

 

"Tábua Santista" foi vencedor do MIMPI Film Fest 2016 e selecionado para o Festival Curta Santos 2017.

 

TÁBUA SANTISTA

 

Direção e Roteiro: Junior Faria / Roberta Caprile

Direção de Fotografia: Caio Faria

Imagens: Alexsandra Izar / Caio Faria /Caroline Oliveira

Imagens Aéreas: Alexandre Valdivia

Trilha Sonora: Dudu Golzi / Caio Bosco

Montagem, Edição e Finalização: Caio Faria / Junior Faria / Roberta Caprile

Animação: Victor Deluke

Produção Executiva: Faria Filmes

Produção: Alexsandra Izar / Caroline Oliveira / Jheniffer Adorno / Luciana Novais / Roberta Caprile

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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