Papers, Please! Do jogo ao Curta

02.09.2019

 

A vida é dura para o inspetor da imigração da grandiosa pátria de Arstotzka, país do leste europeu, durante a Guerra Fria. A frieza com que tem de tomar as decisões sobre quem entra e quem é recusado na fronteira o afeta de modo profissional e emocional.

 Cena do jogo "Papers, Please!

 

Papers, Please! é, originalmente, um jogo independente desenvolvido por Lucas Pope. Porém, devido ao sucesso que gerou, em 2018 foi produzido na Rússia uma versão em cinema da obra, dirigido  por  Nikita Ordynskiy.

 

Papers, Please: O Curta (2018)

 

Escrito por:
Nikita Ordynskiy    
Lucas Pope    
Liliya Tkach    

 

Cast
Victoria Cygankova    ...    Ivana Robinsky
Antonina Kravcova    ...    Eliza
Mikhail Panyukov    ...    Issac Robinsky
Igor Savochkin    ...    Inspector
Evgeni Tokarev    ...    Sergiu

 

Figuração
Arseniy Bondar        
Pavel Borchenko        
Ekaterina Finevich
Nikita Ignatov
Dmitry Lesnykh
Pavel Levin
Anatoliy Menshchikov
Ilia Shubochkin
Liliya Tkach
Vladimir Voznesenskiy

 

Interessado em jogar Papers, Please!? Clique AQUI.

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

     POSTS recentes:     
Please reload

© 2016 por O Caos Cultural.