O Rap Pelo Rap : Um documentário sobre o gênero no território nacional

14.07.2019

 42 personalidades envolvidas com o mundo do rap, entre DJs, MCs e produtores, entrevistadas em um documentário que procura traçar um panorama do gênero musical no país.

 

Rap bom é o antigo? O rap pode coexistir com a mídia? Qual o futuro do gênero no país? Essas e outras questões são abordadas no longa “O Rap Pelo Rap”, dirigido por Pedro Fávaro, de maneira 100% independente, em 2015. 

 

 

Entrevistados: Dj KL Jay, Criolo, Dexter, Sandrão RZO, Rael, GOG, Kamau, M.sário, Coruja BC1, Lívia Cruz, Sombra SNJ, Karol Conká, Shaw, Dj Erick Jay, De Leve, Daniel Ganjaman, Spinardi, Qualy, Spvic, Dj Sleep, Rapadura, Síntese, Dj RM, Chino, Nissin, Bruno Silva, Forage, Geninho Beatbox, Dj Nyack, Marcello Gugu, Flow MC, Bitrinho, Nave, Amiri, Bino, Jamés Ventura, Luca, Red Niggaz, Garcez Dirty Lion, Helibrown, Jota Guetto, Vulgo Sau, Gabriel Flash.

 

CRÉDITOS:

Trilha Sonora Oficial: Laudz, Skeeter, Nave, Cabes, Rodrigo Tuchê, Jay Beats, Dj NatoPk, Neto - Síntese, Dj Paolo, Pok Sombra

Direção, roteiro, produção e edição: Pedro Fávero

Edição de áudio, mixagem e masterização: Arthur Romio

Fotografia e operação de câmera: Diogo Yudi, Pedro Fávero, Daniel Moraes, Conrado Dacax

Captação de som: Pedro Fávero, Vinícius Martins, Germano Martins, Luiz Moraes

Arte gráfica (DVD): Fernando Nunes

Consultoria de marketing: Irineu Geraldi Neto

Fotografia Still: Luciana Faria, Vinicius Moreira, Kessia Lane, Gabriel Cupaiolo, Karú Martins, Diogo Yudi, Pedro Fávero, onze.tv, Patrick Oliveira, Natália Imperial, Klaus Mitteldorf, André Costa, Tapeshot, Fábio Terral e Marcos Muzi.

Filmagens adicionais: Soul Art, Rafael Pessoto, Paulo Farinelli, Romildo Tamujunto, Bambaata Street Wear, Carlinhos Incon, Andy Combatente, Rodrigo Ciríaco, Origame e Maníaco da Câmera.

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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