• Luiz Pierotti

15 citações de Jean-Paul Sartre


Filósofo, escritor e crítico francês, Jean-Paul Sartre é considerado referência nos estudos sobre o existencialismo. Ao tratar de conceitos como a liberdade humana, Sartre fundamenta que a essência do ser é adquirida por meio das vivências e experiências. Para tal, o individuo faz escolhas, tarefa árdua, cujo propósito final é entender a sua própria condição, preso a uma situação de culpabilidade das respostas recebidas por cada ação praticada.

Abaixo, 15 citações de Jean-Paul Sartre.

  1. “O homem deve ser inventado a cada dia.”

  2. “Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem.”

  3. “Nasci para satisfazer a grande necessidade que eu tinha de mim mesmo.”

  4. “Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem.”

  5. “Viver é isso: Ficar se equilibrando o tempo todo, entre escolhas e consequências.”

  6. “Não fazemos o que queremos e, no entanto, somos responsáveis pelo que somos: eis a verdade.”

  7. “Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão.”

  8. “O homem não é a soma do que tem, mas a totalidade do que ainda não tem, do que poderia ter.”

  9. “Um homem não pode ser mais homem do que os outros, porque a liberdade é semelhantemente infinita em cada um.”

  10. “A beleza é uma contradição velada.”

  11. “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”

  12. “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.”

  13. “O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio.”

  14. “Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer o que se faz.”

  15. “Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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