Crítica e humor nas observações de Chapelle

20.06.2019

Se podemos considerar algum país como o maior produtor de estrelas stand up da história, esse país com certeza é a América. Responsável pela criação desse tipo de comédia sem personagens ou grandes produções, criou nomes como George Carlin, Louis CK, Amy Schumer, Jerry Seinfield, dentre outros.

 

De piadas fortes e ácidas, por vezes até mesmo polêmicas, tratam de temas presentes nos Estados Unidos, com poucas ou nenhuma papas na língua.

  

Dentre eles um nome se destaca por lidar com um problema universal, de forma afiada: Dave Chapelle e suas apresentações sobre racismo.

 

O ator e roteirista que iniciou sua carreira em “As Loucas Aventuras de Robin Hood”, em 1993, tem uma vesta apresentação de stand up, tratando de assuntos como violência polícia contra negros, guetos, ou mesmo sobre o “escravagista” George Washington, de maneira acertada e bem humorada, demonstra aspectos quase inacreditáveis da sociedade, que apenas olhos que experimentaram essas situações podem, de fato, expô-los à luz e, além disso, encontrar neles brechas para a comédia.

 

Abaixo, algumas apresentações do comediante americano Dave Chapelle.

 

Racismo

 

Quando o racismo favorece

 Guetos

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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