Os incríveis ângulos de Jimmy Chin

14.06.2019

 

Se subir montanhas rochosas ou se aventurar em picos nevados já são tarefas que demandam coragem, técnica e esforço, o que dizer de fazê-las com uma cÂmera nas mãos?

 

Jimmy Chim é alpinista, esquiador, montanhista, cineasta e fotógrafo, e trabalha juntando todas as suas técnicas para criar imagens inimagináveis, de ângulos e alturas incríveis.

 O fotógrafo americano Jimmy Chin

 

De família Taiwanesa e Chinesa, o jovem nascido em Mankato, Minnesota, é formado em estudos asiáticos pela Carleton College, onde teve seu primeiro contato com a escalada, que se tornaria uma de suas grandes paixões.

 

Jimmy organizou e liderou numerosas expedições de escalada, alpinismo de esqui e exploração na China, Paquistão, Nepal, Groenlândia, Tanzânia, Chade, Mali, África do Sul, Bornéu, Índia e Argentina. Suas realizações incluem escalar e esquiar o Monte Everest, fazer as primeiras ascensões de grandes muralhas e torres alpinas nas montanhas de Karakoram, além de atravessar o planalto Chang Tang, no noroeste do Tibet, a pé.

 

Tanto na frente quanto atrás da câmera, ele foi destaque em inúmeras publicações, incluindo National Geographic, Outside e Men's Journal. Em colaboração com sua esposa, Elizabeth Chai Vasarhelyi, dirigiu dois documentários, Meru e Free Solo. Este último, que conta a história da escalada solo livre de Alex Honnold em 2017, em El Capitan, ganhou o Oscar de 2018 de Melhor Documentário.

 

Abaixo, algumas das fotos de Jimmy Chin

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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