Nosso mundo, um pálido ponto azul

06.06.2019

 

Em setembro de 1977, a NASA lançou a Voyager 1, uma espaçonave que tinha a missão de estudar o sistema Solar exterior e, eventualmente, o espaço sideral.

 

Após a conclusão de sua missão principal, em novembro do mesmo ano, a Voyager rompeu as expectativas de seus responsáveis e permaneceu funcionando para além do período suposto previamente, alcançando Saturno, em 1980.

 

Carl Sagan, famoso físico e um ds responsáveis pela missão, propôs, então, que as câmeras da nave se voltasse para o Planeta terra e, de lá, nos fotografasse.

 

A Voyager enviou 60 fotogramas para a Terra, e em 30 desses se via a Terra como um pequeno ponto de luz no espaço vazio. Os três foram combinados para produzir a imagem que seria chamada de “Pálido Ponto Azul” (Pale Blue Dot).

 

14 anos depois, em 1994, durante uma palestra pública na Universidade Cornell, Carl Sagan apresentou a imagem para a audiência e compartilhou suas reflexões sobre o profundo significado por trás da ideia do “pálido ponto azul”

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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