Mais de MIL livros de arte japoneses GRATUITOS

20.05.2019

 

Mais de 40 mil imagens, publicadas originalmente em 1.100 livros de ilustração e manuscritos japoneses estão disponíveis online no site das bibliotecas Smithsonian.

 

O acervo se deu pela iniciativa do Instituto Americano, criado em 1846, e que reúne diversos museus e centros de pesquisas administrados pelo governo dos Estado Unidos. Seu acervo digitalizado conta com mais de 2 milhões de volumes, sendo estes apenas 15% do total de obras que ainda serão disponibilizadas.

As obras de arte japonesas são provenientes das coleções de dois americanos milionários, e compõem o acervo de arte asiática do Smithsonian.

 

Os livros disponíveis reúnem publicações que permeiam a história do Japão, do período Edo à era Meiji, de 1600 à 1912. Das técnicas, destacam-se as xilogravuras e as pinturas chamadas “ukiyi-e” (“mundo flutuante”, no original).

 

A diretora das bibliotecas do instituto, Reiko Yoshimura, destacou o trabalho como “belas ilustrações coloridas” de nomes como Ogata Korin (1658 – 1716), Ando Hiroshige (1797 – 1858) e Katsuhika Hokusai (1760 – 1849). Além disso, a diretora fez breves sugestões para a iniciação à coleção digitalizada com a citação dos artistas mais importantes.

 

Hon'ami Kōetsu

 

O artista japonês (1558-1637) foi um importante artista, artesão e calígrafo. No acervo estão 100 livretos com canções escritas com a sua caligrafia para musicais dramáticos conhecidos como Noh. As páginas são adornadas ainda com pó de mica, o que lhes dá um efeito brilhante. No documento digitalizado, apesar de menos perceptível, a mica pode ser notada por seus pontos brancos brilhantes.

 


Katsushika Hokusai

 

Mais conhecido pela icônica “A grande onda de Kanagawa”, Hokusai (1760-1849) foi um artista japonês que se tornou famoso por seus trabalhos com xilogravura, com destaque para uma série – feita sobre uma famosa montanha do Japão – chamada “Trinta e seis vistas do Monte Fuji”, da qual “A grande onda” faz parte. No acervo da Smithsonian, Yoshimura destaca outra série de trabalhos de paisagem chamado “Cem vistas sobre o Monte Fuji” e o livro de poesia “Monte Fuji no outono [ou no ano novo]”, este uma publicação especial de ano novo com uma das mais belas pinturas de Hokusai   

'CEM VISTAS DO MONTE FUJI', DE HOKUSAI

 

Utagawa Kunisada ou Toyokuni III

 

Toyokuni (1786-1865) foi um artista muito conhecido por sua vasta produção de xilogravuras no estilo ukiyo-e. Do acervo, destaque para o livro “36 atores populares”, que retrata artistas do gênero de teatro japonês conhecido como Kabuki.

‘36 ATORES POPULARES', DE TOYOKUNi

 

Acesse o acervo AQUI

 

Fonte: Nexo Jornal

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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