Projeto Humanos

15.04.2019

 Não é de hoje que o Caos Cultural encontra espaço para indicação de Podcast, mídia muito apreciada por esse que vos fala, porém, dentre todos os materiais apresentados aqui, poucos são tão densos, minuciosos e dotados de tanta qualidade.

 

Criado pelo produtor do já expressivo AntiCast, Ivan Mizanzuk, o Projeto Humanos é um podcast ímpar, que explora o formato storytelling e se propõe a contar histórias reais de maneira maravilhosa, com uma narrativa envolvente, qualidade irretocável e enredos dignos de cinema.

 

 Ivan Mizanzuk, autor do podcast

 

Por se tratar de um conteúdo de produção longa, tamanha a qualidade entregue, o Projeto Humanos acontece em temporadas, cada uma se dedicando à narrativa de uma história diferente. Hoje, o podcast está em sua quarta temporada, abordando uma das histórias mais fantástica, intrigantes e assustadoras dos anais policiais brasileiros: O caso Evandro.

 

Ocorrido em 1992, na cidade de Guaratuba, litoral do Paraná, o menino Evandro Ramos Caetano, de 6 anos, desaparece. Poucos dias depois, seu corpo é encontrado sem mãos, cabelos e visceras. A suspeita: sacrificio humano.

 

 Figuras importantes da pequena cidade paranaense são acusadas e presas, mas o mistério estava longe de encerrar. Depoimentos, teorias e dúvidas são postas a prova nessa incrível temporada, por meio de audios e documentos oficiais das investigações, além de novas entrevistas com os envolvidos.

 

Acesse o Projeto Humanos AQUI

 

Ouça O Caso Evandro AQUI

 

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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