Não esqueçamos Carolina

27.03.2019

 Nascida em 14 de março de 1914, Carolina Maria de Jesus foi uma das primeiras e mais importantes escritoras brasileiras. Representava uma parcela muito oprimida da sociedade: era negra, favelada e trabalhava como catadora de papéis.

 

Em vida, publicou 4 livros, Casa de Despejo, Casa de Alvenaria, Pedaços da Fome e Provérbios, além de mais outros 5 livros póstumos.

 

Porém, não é um nome lembrado com facilidade para uma artista tão importante para a identidade e compreensão da sociedade brasileira. Por que esquecemos quem foi Carolina Maria de Jesus?

 

 

 

Saiba mais sobre:

Ponto G – Podcast: uma escritora marginal internacional

https://preciosamadalena.com.br/2018/09/18/ponto-g-80-uma-escritora-marginal-internacional/

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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