Encontrando Lachapelle

25.03.2019

 

Criativas, inusitadas, irreverentes, coloridas e excêntricas. Talvez sejam estes os melhores adjetivos que possamos usar para nos referir à obra de David Lachapelle, fotógrafo estadunidense reconhecido por suas fotos ultrassaturadas, que mesclam fotografia e pintura, normalmente se utilizando de modelos famosos para reproduzir cenas surreais, religiosas ou de forte inspiração na pop art.


No vídeo abaixo, a Vice encontra Lachapelle em seu estúdio, nos apresentando seu espaço, a dinâmica de seu habitat, processos criativo e trabalho.

 

Vice Meets: David Lachapelle (conteúdo em inglês)

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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