Basquiat, o Prodígio do Graffiti

29.12.2018

 De ascendência porto riquenha e haitiana, Jean-Michel Basquiat é um artísta americano, grafiteiro e neo-expressionista.

 

Precoce, ao completar três anos de idade Jean já traçava caricaturas e copiava figuras que então povoavam os desenhos que ele gostava de assistir na TV. Precisamente em 1977, aos 17 anos, Basquiat e seu amigo Al Diaz iniciaram uma série de graffitis pelos prédios de Manhatam, todos assinados como SAMO  ou SAMO SHIT ("Same Old Shit", ou seja  "A mesma velha merda!). A curiosidade criada pellas obras levou a Village Voice a publicar um artigo sobre as frases, e o projeto SAMO se finalizou com SAMO IS DEAD escrito nas paredes do SoHo, em Nova Iorque.

 Basquiat abandonou os estudos aos 18, sobrevivendo, primeiramente, com a venda de camisetas e postais, mas não demorou muito para que passasse a ser visto como uma celebridade, em constantes aparições em programas televisivos e com a formação da banda Gray, em conjunto com o até então desconhecido cantor e músico Vincent Gallo. 

 
Seu trabalho artístico e reconhecimento cresciam exponencialmente, assim como seu contato com as drogas. Após dez anos, em 1988, tendo conquistado fama internacional, realizado diversas exposições e até mesmo participado de produções audiovisuais, Basquiat faleceu devido ao uso de "speedball", um coquitel de cocaína e heroína. 


Basquiat é um dos maiores nomes da arte, ligado ao graffiti, new wave e hip hop.

 

Trecho de entrevista com Basquiat:

 

Veja algumas obras do artista americano:

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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