Preto no Branco

08.12.2018

 “Roberto Carlos, 20 anos, jovem negro, encerrou o expediente e corre, em frente ao shopping onde trabalha para não perder o ônibus. Essa é sua versão. Sem que se dê conta é abordado violentamente por dois policiais que o algema e o joga dentro da viatura. Na delegacia é informado de que foi acusado de ter roubado a bolsa de uma jovem, Isabella. Mais do que isso, ele será reconhecido pela mesma. A acusação de Isabella é tão firme e a alegação de inocência de Roberto Carlos é tão tocante, que a delegada Patrícia não arrisca nenhum parecer. Instala-se o embate: Roberto alega inocência e Isabella, a culpa dele. Quem fala a verdade?”

 

Preto no Branco (2018)

 

 

O curta "Preto no Branco", produto do edital “Curta Afirmativo para Jovens Produtores Negros”, foi dirigido por Valter Rege, cineasta desde os 14 anos, formado em Rádio e TV pelo Centro Universitário Belas Artes, diretor, roteirista, finalizador e dono do canal “Valter Rege” que debate questões sobre a negritude, homossexualidade e periferia.

 

 O diretor Valter Rege

 

 

Direção e Roteiro: Valter Rege

Produção Executiva: Maria Clara Fernandez

Diretor de Produção: Marcelo Ramos

Coordenação de Produção: Clara Guimarães

Diretor Assistente: Henrique Carvalhaes

Diretor de Fotografia: Felipe Hermini

Diretora de Arte: Monica Palazzo

Figurinista: Melina Schleder

Som Direto: Geraldo Ribeiro

Caracterização: Ebony

Montador: Igor Dias

Colorista: Marcio Pasqualino

Pós produção de áudio /Mixagem: Atelier Vitché

Trilha Incidental: Daniel Salvia

Coordenação de Pós-produção: Francisco Ruiz

Curadoria: Marcos Jorge/ Fernanda Weinfeld

1º Assistente de Direção: Karen Makrous

Microfonista: Fernando Duca

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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