Charlottesville: Racismo e Terror

17.11.2018

 Em agosto de 2017, centenas de manifestantes da extrema direita, supremacistas brancos e neo-nazistas marcharam pelas ruas de Charlottesville, unindo-se ao movimento "Unit the Right". 

 

A marcha tinha como objetivo chegar à estatua do general Robert Lee, ró-escravidão que lutou na Guerra Civil Americana.

 

Porém, os monifestantes da extrema direita se encontraram a manifestantes antirracistas, e iniciou-se um confronto que deixou três ortos (um manifestante e dois policiais) além de dezenas de feridos.

 

A Vice americana acompanhou todo o movimento, dando origem a um minidocumentário que pode ser assistido abaixo.

 

Charlottesville: Race and Terror (acione as legendas)

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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