Steve Cutts e a Insanidade Humana

26.10.2018

 Eu gosto de fazer animações sobre a vida e a sociedade em geral, então tende a ser uma mensagem na maioria deles. A insanidade geral da humanidade é um pote quase infinito de inspiração!

 

 

Crítico, satírico, provocador e polêmico. Estes são alguns dos adjetivos que facilmente podemos atribuir ao ilustrador inglês Steve Cutts. Abordando temas como meio ambiente, sociedade, direito dos animais e meio ambiente, Cutts expõe de forma caricata, se valendo da influencia de cartoons, a insanidade humana, guiada pelo egoísmo, sadismo, falta de empatia e poder destrutivo do homem.

 

 

O primeiro vídeo abaixo, intitulado “Homem, de 2012, acompanha a evolução humana em seus aspectos mais crus. Destruição, morte e ganância, sempre motivado pela pura sensação de poder e dominância.

 

O segundo, clip criado para a música Are You Lost In The World Like Me?” do artista Moby, flerta com diálogos Baumanianos, expondo um mundo artificial, onde a realidade e o virtual se misturam na tela dos celulares, assim como a importância das relações humanas e da própria vida se esvaem conforme o homem se afasta de sua real completude.

 

Homem (2012)

 

 

 

Are you lost in the world like me? (2016)

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

     POSTS recentes:     
Please reload

© 2016 por O Caos Cultural.