• O Caos Cultural

Frankestein (1910)


Filmado em 1910, Frankestein foi a primeira versão cinematográfica da obra de Mary Shelley.

A obra foi uma produção da Edison Studios, produtora de vídeos de Thomas Edison, sendo escrito e dirigido por J. Searle Dawley e rodado em 3 dias no Bronx, Nova York.

Frankestein (1910)

Lançamento original:

18 de Março de 1910

Thomas A Edison, Inc.

Escrito e Dirigido por:

J Searle Dawley

Cast:

Frankestein:

Augustus Phillips

Noiva de Frankestein:

Mary Fuller

A Criatura:

Charles Ogle

Maquiagem:

Charles Ogle

Produtor:

Thomas A Edison

Remasterizado por:

The Video Cellar, 2012, Australia,

Músicas:

"Danse Macabre" (Saint-Seans)

Gravado por Kevin Macleod

www.incompetech.com

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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