"O Dia Que Durou 21 Anos": como toda uma nação foi enganada

08.10.2018

Documentos secretos e gravações originais da época expõm a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe Militar do Brasil, em 1964.

 

“O dia que durou 21 anos” é um documentário brasileiro, dirigido por Camilo Galli Tavares, e tem como ponto de partida a crise provocada pela renuncia de Jânio Quadros, e prossegue até o ano de 1969, com o sequestro do então embaixador americano dos Estados Unidos no Brasi, Charles Burke Elbrick.

 

Controle, insitação popular, calúnias e intervenção, como o Governo Americano, em acordo com o Estado Maior, com o apoio da mídia e com a corrupção do poder político, articulou e convenceu toda uma nação de que o combate ao comunismo era necessário, assim como a imposição de uma ditadura militar.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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