James Ensor: O Visionário Artista Belga

18.09.2018

 Impressionista e dono de um estilo de características peculiares, James Ensor foi um pintor e gravador belga que viveu entre o século XIX e XX.

 

Formado em Bruxelas, vive, ao longo de sua vida, solitário e marginalizado, tornando-se famoso pelos desenhos e pinturas de máscaras e multidões que utilizava como crítica social.

 James Ensor

 

Ensor foi um artista visionário, aproximando-se estéticamente de artistas flamengos renomados como Bosch e Bruegel.  A chamada arte ensoriana revitalizou a pintura belga do século passado, influindo sobre o expressionismo e o surrealismo.

 

Falecido em 1949, Ensor deixou mais de 133 gravuras em metal, além de sua obra-prima, Entrada de Cristo em Bruxelas.

 

Conheça, abaixo, algumas obras icônicas do artista belga.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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