O Despertar de Woton (1962)

20.08.2018

 Tendo mais tarde se consagrado com filmes como Scarface e Vestida para Matar, Brian de Palma, em 1962 gravava o curta “O Despertar de Woton” (Woton's Wake).

 

William Finley interpreta um escultor desfigurado chamado Woton, que persegue casais até que um dia uma de suas esculturas abstratas ganha vida, transformando-se em uma mulher.

 

Diversas caraterísticas do diretor estão presentes no curta, como os movimentos de câmera, luzes expressionistas e montagem evocatica, homenagem à narrativa visual do cinema mudo.

 

Assista, abaixo, o curta.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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