Filosofia Africana: Biblioteca Digital

14.08.2018

 

O espaço Filosofia Africana disponibiliza uma grande diversidade de textos em língua portuguesa que possam auxiliar em pesquisas sobre a filosofia africana e afro-brasileira.

 

Para além da filosofia, os textos também tratam de educação, sociologia, antropologia, história, artes, dentre outras área.

 

O site faz parte da pesquisa “Colaborações entre os estudos das africanidades e o ensino de filosofia”, desenvolvido pelo prof. Wanderson Flor do Nascimento, da Universidade de Brasilia, em interação com o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidade Audre LordeGEPERGES Audre Lordes (UFRPE/UnC-CNPq).

 

Acesse o Filosofia Africana AQUI

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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