• Luiz Pierotti

Racismo, suas Raízes e Reflexos


Seríamos mesmo um país pacífico, miscigenado, e que por essa mistura de povos deu vida a uma sociedade socialmente igualitária e não racista? Ou estaríamos tentando ignorar um racismo nada sutil?

O vídeo abaixo (gravado por este que vos fala e publicado no jornal Cruzeiro do Sul) discute o racismo brasileiro, seu viés histórico e reflexos modernos, e para elucidar o assunto trouxemos o pesquisador, historiador e professor Wellington Ataíde, que nos cede uma aula sobre o tema.

Racismo, suas Raízes e Reflexos

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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