Bertold Brecht: Teatro e Poesia (Download)

16.06.2018

 

Dramaturgo, poeta e encenador, Bertold Brecht (Augsburg, 10 de fevereiro de 1898 — Berlim Leste, 15 de agosto de 1956) foi um artista mundialmente conhecido, cujas obras e teorias influenciaram profundamente o teatro contemporâneo.

 

Marxista e inserido em um periodo de intensas mobilizações da República de Weimar (período que compreende do final da Primeira Guerra Mundial ao início do governo Nazista), desenvolveu seu teatro épico associando experimentos teatrais de Erwin Piscator e Vsevolod Emilevitch Meyerhold, conceitos de estranhamento do formalista russo Viktor Chklovski, o teatro chinês e o teatro experimental da Rússia soviética. Suas obras buscavam concentrar-se na crítica artística ao desenvolvimento das relações humanas no sistema capitalista.

 

Seguem abaixo cinco peças, uma antologia poética e 100 poemas do artísta alemão:

 

O círculo de giz caucasiano – CLIQUE AQUI

 

O casamento do pequeno burguês – CLIQUE AQUI

 

A vida de Galileu – CLIQUE AQUI

 

A Santa Joana dos Matadouros – CLIQUE AQUI

 

A ópera dos três vinténs – CLIQUE AQUI

 

Antologia poética – CLIQUE AQUI

 

100 poemas  – CLIQUE AQUI

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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