O Retrato de Dorian Gray e a construção da Identidade Homossexual

09.04.2018

 

Um homem que leva uma vida dupla ao tentar manter a aparência social enquanto vive excessos e crimes, esta é a premissa de o Retrato de Dorian Gray, obra prima do autor Oscar Wilde, publicada como livro em 1891, tendo sido, anteriormente, publicada em partes em um periódico americano.

O livro serviu, também, como evidência contra Wilde em um processo que sofrera, acudado de homossexualidade, que o condenou a dois anos de prisão e trabalhos forçados.

Na entrevista vinculado pela UNIVESP, o professor livre-docente de teoria literária da Unicamp, Fabio Durão, nos convida a compreender um pouco mais da obra (e vida) do autor irlandês.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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