A Fotografia Surrealista de Dora Maar

12.03.2018

 

Criada entre Buenos Aires e Paris,  aos 19 anos, Dora Maar instalou-se mais permanentemente na capital francesa. Lá, ela se tornou colega de classe de Henri Cartier-Bresson e iniciou uma séria carreira na fotografia, que lhe proporcionaria um lugar na Exposição Surrealista Internacional de Londres, em 1936.


Antes de entrar oficialmente no grupo, sob o encorajamento de Bresson, Maar criou fotomontagens e outras imagens para revistas de moda que antecipavam seu salto ao surrealismo.

 Dora Maar e Picasso


Suas fotos posteriores também apresentaram cenários incomuns, como a imagem de Pablo Picasso, de sunga, segurando um crânio de touro em frente ao rosto.


Infelizmente, pouco tempo depois sua carreira vacilou, levando-a a abandonar a fotografia e ingressar na pintura, área onde não teve grande significância.

 

 


 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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