Fiódor Dostoiévski - Biografia e Obras

09.01.2018

  

Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski foi um escritor, filósofo e jornalista do Império Russo. É considerado um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores investigadores da psiquê humana.

 

Entre outros temas, a obra do autor explora o significado do sofrimento e da culpa, o livre-arbítrio, o cristianismo, o racionalismo, o niilismo, a pobreza, a violência, o assassinato, o altruísmo, além de analisar transtornos mentais, muitas vezes ligados à humilhação, ao isolamento, ao sadismo, ao masoquismo e ao suicídio. Pela retratação filosófica e psicológica profunda e atemporal dessas questões, seus escritos são comumente chamados de romances filosóficos e romances psicológicos.

 

A influência de Dostoiévski é imensa, tendo ele sido reconhecido como precursor dos movimentos nietzscheanismo, psicanálise, expressionismo, surrealismo e existencialismo.

 

Abaixo, links para download de 10 livros clássicos do autor, além do documentário Fiódor Dostoiévski produzido pela The School of Life, e uma entrevista-aula com a professora de literatura russa da Universidade de São Paulo, Elena Vássina.

 

Livros:

 

O Idiota
– Crime e Castigo
– Os Irmãos Karamazov 
– 
Notas do Subterrâneo
– O jogador
– Noites Brancas
– Gente Pobre
– Humilhados e Ofendidos
– Dois Sonhos
– O Eterno Marido

 

Fiódor Dostoiévski - The School of Life (lengendas em português)

 

Literatura Fundamental - Crime e Castigo - Elena Vássina

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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