Vik Muniz: do Lixo ao Luxo

08.01.2018

 

Lixo, restos de demolição e componentes como açucar e chocolate, essas são as matérias primas de Vicente José de Oliveira Muniz, mas conhecido como Vik Muniz, artísta brasileiro radicado nos Estados Unidos.


O processo de trabalho de Vik Muniz consiste em compor imagens com os materiais, normalmente perecíveis, sobre uma superfície e fotografá-las, resultando no produto final de sua produção. As fotografias de Vik fazem parte de acervos particulares e também de museus de Londres, Los Angeles, São Paulo e Minas Gerais.


Em 2010, foi produzido um documentário intitulado “Lixo Extraordinário” sobre o trabalho de Vik Muniz, com catadores de lixo de Duque de Caxias, cidade localizada na área metropolitana do Rio de Janeiro. A filmagem recebeu um prêmio no festival de Berlim na categoria Anistia Internacional e no Festival de Sundance.

 

 
O artista também se dedicou a fazer trabalhos de maior porte. Um deles foi uma série de Imagens das Nuvens, a partir da fumaça de um avião, e outras feitas na terra, a partir do lixo.


 Entre suas muitas obras, Muniz recriou Warhol em diamantes, DaVinci na manteiga de amendoim e geléia, e neoclássicas obras-primas de lixo em maior aterro do Brasil.


Abaixo, algumas obras do artísta.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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