200 anos de Frankenstein

05.01.2018

 

Há duzentos anos atrás, em um verão sem sol (por decorrência da erupção do Monte Tamora), uma garota de apenas 19 anos dá início a um conto que viria a se tornar um ícone da literatura.

 

Muito mais do que apenas uma história de monstros, Frankenstein conversa com todos nós, recriando mitos e conversando sobre um dos grandes dilemas da vida humana: o sentido da existência.

 

Abaixo, vídeo homenagem de um de nossos colaboradores, Luiz Pierotti, e link para a obra original (em inglês).

 

 

Para baixar o livro em inglês, clique aqui

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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