Um Breve Olhar por Dalí

28.11.2017

 

Nascido em 11 de maio de 1904, em Figueres, Espanha, Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech, mais conhecido como Salvador Dalí, é um dos mais importantes e reconhecidos pintores do mundo, tendo seu trabalho se fortalecido nno âmbito do surrealismo, com a criação de imagens incríveis, de combinações bizarras e oníricas. Trilhou caminhos como escritor, poeta, escultor, cineasta e fotógrafo, tendo colaborado com Walt Disney no curta de animação Destino e com Hitchcock em Spellbound. 


Figura controvérsia, que muitas vezes irritava seus apreciadores mais conservadores devida a tamanha extravagância pela qual se rodiava, o que, para muitos, eclipsava o sua própria arte.


Tendo como algumas das obras mais renomadas "A Persistência da Memória" e "A Tentação de Santo Antônio", Dalí morreu aos 84 anos, em sua cidade natal, no dia 23 de janeiro de 19802, de insuficiência cardíaca.

 

 Abaixo podemos assistir a três vídeos do excêntrico artísta. O primeiro é sua participação no programa de TV "What's My Line" em que, cheio de humor, tenta ser reconhecido por participantes vendados; o segundo, uma entrevista à TV espanhola onde Dali se diz um mau pintor; e, por fim, o curta "Um Cão Andaluz" (Un chien andalou), filme surrealista lançado em 1929 na França e dirigido/escrito em uma parceria de Luis Buñuel e Salvador Dalí, considerado um dos maiores representantes do cinema experimental surrealista.

 

Salvador Dali em What's My Line

 

Entrevista: "Sou um mau pintor"

 

"Um Cão Andaluz" (Un chien andalou), por Luis Buñuel e Salvador Dalí

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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