Egito: 5 Fotos Históricas

24.11.2017

Com uma das civilizações mais antigas do mundo e responsáveis pela construção de alguns dos monumentos mais antigos da humanidade, o Egito tem sido alvo de Diversos atentados nos últimos 10 anos, tendo como principais vítimas os turístas, as forças de segurança e as minorias religiosas.


Porém, desejamos celebrar a história do Egito e de seu povo, e para tal separamos 5 fotos históricas registradas no platô de Gizé.

 

D. Pedro II e Teresa Cristina; imperadores do Brasil:

D. Pedro II (sentado usando um chapéu branco) e Teresa Cristina (segunda mulher sentada da direita para a esquerda), 1871.

 

Samurais da Missão Ikeda

Ikeda Nagaoki foi um governador que viveu durante os anos finais do xogunato Tokugawa e recebeu a ordem de realizar uma viagem diplomática para a Europa. Aqui, posa em frente à esfinge com seus 36 subordinados.

 

 

O aventureiro Frederick Russell Burnham

Um dos inspiradores da criação do escotismo, Burnham também passou pelo Egito. Ele é o homem do centro montado no camelo. Foto de 1895.

 

Uma das filhas do primeiro milionário havaiano

Elizabeth Afong Burns foi uma das filhas de Chun Afong, um imigrante chinês que se tornou o primeiro milionário do Havaí. Nesta fotografia, feita em 1910, ela está ao lado do seu esposo.

 

Charles Bean; correspondente de guerra

O correspondente australiano, Charles Bean, tirou esta foto em 1915 após escalar a pirâmide de Khufu (o que, atualmente, é proibido). A fotografia é de autoria de um outro correspondente, Philip Schuler.

 

fonte: http://arqueologiaegipcia.com.br

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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