O Anonimato Combativo de Banksy

28.10.2017

 

Robert Banks, Robin Gunningham ou mesmo Robert Del Naja, pouco se sabe sobre a real identidade do artista de rua britânico conhecido popularmente como Banksy.


Nascido entre 1974 e 1975, é pintor de graffiti, tela, ativista político e diretor de cinema britânico, sua arte, satírica e subversiva, que mistura humor a tons trágicos, é composta por  uma distinta técnica de estêncil. Filho de um técnico de fotocopiadora, era açougueiro quando jovem, porém se envolveu com o graffiti durante o boom do aerosol em Bristol (Inglaterra).


Contrário aos governos que taxam o graffiti como um vandalismo, Banksy age em espaços públicos e pode ser encontrado em cidades por todo o mundo. Suas obras são  carregadas de conteúdo social, expressando uma total aversão à autoridade e ao poder. É sarcástico e agressivo, quase sempre conseguindo transmitir uma sensação de concordância e identidade por parte de seus observadores.


Seu primeiro filme, "Exit Through the Gift Shop" foi exibido no Festival de Filmes de Sundance, e em 2011 concorreu ao Oscar de  Melhor Documentário.


Apesar de já terem sido leiloados os espaços físicos onde se encontravam as obras de Banksy, o próprio autor nunca as comercializou como produtos.


Veja, abaixo, alguns dos trabalhos do autor.

 

 

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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