A Dívina Comédia de Dante (PDF)

05.09.2017

  

 

A Divina Comédia (originalmente Comedìa e, mais tarde, denominada Divina Comédia por Giovanni Boccaccio) é um poema épico e teológico da literatura italiana, escrito por Dante Alighieri no século XIV e dividido em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso.

 

Sem uma data precisa de criação, girando em torno de 1304 à 1321, e considerado um dos (se não o) maior poema Ocidental, A Divina Comédia é escrita em um dialeto toscano, o florentino, linguagem que posteriormente deu origem ao italiano contemporâneo, fugindo da tradição da escrita em latim e, consequentemente, se aproximando da plebe, e não da elite intelectual, como era costumeiro.

 

Com propósitos filosóficos e de esclarecimento aos menos favorecidos, a obra acompanha uma viagem mistica de Dante que, guiado pelo poeta romano Virgílio, atravessa ambientes relacionados a religiosidade e ao pós-morte, tendo sido fundamental para a consolidação de crenças religiosas, como as do inferno e seus novo círculos.  

 

 Dante e Virgílio no Inferno por William Bouguereau

 

A Divina Comédia começara a ser escrita em um período de  exílio do poeta, após conflitos de cunho político envolvendo interesses do papado, da França e do governo de Florença. Para muitos a obra é tida como a versificação da Suma Teológica de São Tomas de Aquino, escrita uma centena de anos antes.

 

Abaixo, link para download da obra completa:

 

A DIVINA COMÉDIA - DANTE ALIGHIERI  (PORTUGUÊS)

THE DIVINE COMEDY (ENGLISH): HELL, PURGATORY, PARADISE

 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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