Chacovachi e a Arte de Rua

29.06.2017

 

 

Chacovachi (Fernando Cavarozzi) é um palhaço argentino, nascido em Buenos Aires, Argentina, em 21 de Abril de 1962. Artista de referência, é um dos grandes nomes mundiais no que se refere à arte de rua.


É fundador do Circo Vachi,  showman e diretor artístico da "Convenção Argentina de Circo, Palhaços e Entretenimento Callejeros" desde sua criação em 1996.

 

 


De estilo falante, contundente, incisivo, direto, buscando sempre a reação do público através de reflexões sociais e humanas, possui um humor ácido e marcante, afirmando que não existe comédia sem tragédia.


Autor de livros como "La innovación, en serio" (Grupo Ibermática, 2011) e "Manual y Guia del Payaso Callejero" (Colectivo Ultramar, 2015), foi também tema do documentário "Solo para Payasos", de 2013, dirigido por Lucas Martelli.

 

 


Deixamos, abaixo, que o próprio Palhaço Chacovachi explique um pouco de seu oficio, junto a uma pequena encenação de seu trabalho:

 

Chacovachi - No hay humor blanco:

 

Chacovachi e as garrafas - Festival Internacional de Palhaçaria e Comicidade:

 


 

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RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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