O glamour surreal de LaChappelle

04.12.2016

 

Nascido em 11 de março de 1963, David LaChappelle é um fotografo estadunidense de Hartford, Connecticut.

 

 

 

Estudou Belas Artes na North Carolina School of the Arts, tendo partido, posteriormente,`a Nova Iorque onde ingressou na Arts Student League e na School of Visual Arts, simultaneamente.

 

Seu primeiro trabalho profissional se deu na revista Interview, nos anos 80, tendo sido contratado por ninguém menos que o próprio fundador, Andy Warhol.

 

 


 

Nos anos que se seguiram, Lachappelle começou a ganhar cada vez mais notoriedade pela inusualidade das obras que produzia, construindo um mundo surreal através da fotos ultra-saturadas que mesclavam glamour, fantasia, comicidade, beleza e o bizarro. Sua influência é multi-direcionada, desde a história da arte à cultura da rua, do metafísico ao imortal, sendo um dos grandes idealizadores da arte pop no século XXI.


 

Já chamado de "Fellini da Fotografia" pelo New York Times, Lachappelle lançou trabalhos por diversas das mais renomadas revistas do mundo, como Vogue, Rolling Stones, Vibe, The Face, entre outras, além de ter publicado diversos livros de fotografia. "LaChappelle Land", "Hotel LaChappelle" e "If you want reality, take the bus" são alguns deles, além de uma gigantesca retrospectiva de 700 páginas intitulada "Arists And Prostitutes".

 

 

 

Sua fotografia já estampou a capa de álbuns de diversos artistas, como Moby, No Doubt, Elton John e Madonna, e apesar de já ter fotografado muitas personalidades mundiais, destacam-se nomes como Tupac, Eminem, Pamela Anderson, Uma Thurman, David Beckham, Leonardo Dicaprio, Muhammad Ali, Rihanna, e até o próprio "padrinho", Andy Warhol.

 

A galeria nova-iorquina "Staley-Wise and Toni Shafrazi Galleries", a californiana "Fahey-Klein Gallery", a austríaca "Art Trend", a alemã "Camerawork" e a galeria italiana "Sozzani and Palazzo delle Esposizioni" são algumas das que já expuseram obras do fotografo.

 

No universo audiovisual, LaChapelle já trabalhou com videoclipes de outra infinidade de músicos: Jennifer Lopez. Robbie Willians, Whitney Houston, Blnk 182, Christina Aguillera, Moby, dentre tantos outros.

 

Essa extensa lista de trabalhos consagrados lhe renderam diversos prêmios, sobressaindo entre eles o prêmio de fotografia do ano em 1996 no VH1 Fashion Awards, Melhor Documentário no Aspen Film Festival, Idealizador do Ano e Melhor Video de Rock no MVAP Awards, além de ter sido classificado como ao segundo mais importante nome no mundo da fotografia, pela American Photo Magazine.

 

 


 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

RESSURECTIONE

POR LUIZ PIEROTTI

 

Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

     POSTS recentes:     
Please reload

© 2016 por O Caos Cultural.