17 Jun 2019

Nascida em São Paulo, Camila Fontenele é uma artista visual, formada em Propaganda e Marketing com pós graduação em cinema. Criadora do projeto Todos Podem Ser Frida, é membro da YVY Mulheres da Imagem e tem seu trabalho retratado na coleção do Museu de Arte Contemporâ...

17 May 2019

Há alguns dias, aqui no Caos Cultural, um post foi publicado sobre a incrível arte do escultor taiwanês Han Hsu-Tung. Suas imagens feitas de madeira parecem mesclar figuras orgânicas com tecnologia digital, em estruturas que se dissolvem em pixels flutuantes. 

Dura...

1 May 2018

Por trás de cada obra, cada questionamento, enredo, conflito e vislumbre de genealidade literária, há um homem que necessita de tempo, espaço e trabalho para alcançar o resultado pretendido de sua obra.

Assim, trazemos 12 fotos de escritores consagrados em seus habitats...

21 Mar 2018

O autocromo é uma técnica criado pelos irmãos Lumiere, na França, em 1907 e se baseia na criação de um mosaico de grãos microscópicos (na época feitos de fécula de batata) tingidos com as três cores (vermelho, verde e azul) sobre uma placa de vidro coberta de emulsão p...

12 Mar 2018

Criada entre Buenos Aires e Paris,  aos 19 anos, Dora Maar instalou-se mais permanentemente na capital francesa. Lá, ela se tornou colega de classe de Henri Cartier-Bresson e iniciou uma séria carreira na fotografia, que lhe proporcionaria um lugar na Exposição Surreal...

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Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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