30 Jun 2020

Como o ódio se prolifera em nossos dias? Como as redes sociais podem maximizar essa evolução? Qual o reflexo de nossa tolerância e naturalização  em meio a tudo isso?

No podcast de hoje, Fernando Henrique e Luiz Pierotti discutem sobre o Ódio Nosso de Cada Dia.

10 Jun 2020

Em 1919, Franz Kafka escrevia um pequeno conto em que propunha a ideia de que a Lei era um lugar físico, e que para ser admitido por ela era necessário adentrar uma porta vigiada pelo Guardião da Lei.

A dinâmica simples torna-se um exercício de autocrítica ao percebermo...

2 Jun 2020

Em 2001, o diretor cinematográfico Paulo Sacramento lançou um "Curso de Vídeo" penitenciária do Carandiru, tendo 100 inscritos nos primeiros 60 segundos. O que os homens não sabiam é que o curso teria como propósito a criação de um documentário chamado "O Prisioneiro d...

1 Jun 2020

2020 é indiscutivelmente um ano que ficará marcado na história. Um ano de isolamento, pandemia e de incontáveis mortes. O ponto zero do novo normal, porém, ornamentado de horrores e avanços nada novos.

Quem poderia prever que ao longo de períodos onde a indicação univer...

27 May 2020

Sophia cuida do marido enfermo ao logo de toda uma noite Entre a solidão a tristeza e o medo, algumas lembranças das teorias existenciais do homem voltam â tona, ajudando a esposa a superar a situação e colocando-se como um enorme cenotáfio da sua história. Um grande m...

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Em meio à festa, à dança. à diversão: o tempo passa.
Em meio ao trabalho, o relatório, o feedback: o tempo passa.

Durante o domingo, durante o sexo, durante a partida de futebol e a risada pós piada, cada segundo passa, escorrendo pelo rastro de tantos outros segundos perdidos, de tantas outras ideias esquecidas, de tantos outros desejos abandonados.

Se uma ideia não realizada é uma ideia inexistente, então também cada palavra não proclamada é um pensamento inexistente. Cada plano abandonado uma rendição prévia. E a cada tópico anteriormente citado, uma inexistência de parte do que nos constitui.

Totentanz é a recordação do tempo constante, é a observação do tudo no agora.

É a busca, mesmo que sempre busca, da observação do caos em sua plenitude.

O Manifesto não busca a individualidade, nem a remediação do singular. 

Pretende a busca da identificação exterior do sujeito de Rimbaud. O continente humano de John Donne. A celebração de Whitman. A razão de Hamlet. O tempo: Chronos e Kairós.

   MANIFESTo TOTENTANZ    

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